terça-feira, 1 de agosto de 2017

CRENÇAS, ATITUDES E REVITALIZAÇÃO: O QUE ACONTECEU COM A LÍNGUA MUNDURUKÚ A PARTIR DAS TRÊS ÚLTIMAS GERAÇÕES

Celso Francês Júnior
Professor de Linguística (UFPA)
celsofrances@ufpa.br

RESUMO: 


Este artigo pretende fazer um recorte de um fato sociolinguístico referente a como a comunidade indígena mundurukú do Estado do Amazonas usa a língua, e qual a língua. O que é evidenciado nesta pesquisa é a presença de uso da língua portuguesa como língua de comunicação diária por parte desta comunidade. A partir dos referenciais teóricos de autores da sociolinguística e da psicologia social, nos quais este trabalho se estrutura e para ter um suporte de cunho adequadamente científico, pretende-se entender a relação dos componentes da atitude linguística com o processo de revitalização. A metodologia adotada é de cunho quantitativo e o corpus da pesquisa foi coletado a partir da realização de entrevistas sistematizada por questionário. O interesse desta pesquisa centra-se na atitude que o povo mundurukú do Amazonas assume no uso da língua que aprenderam e na língua que virão a aprender como forma de resgate de sua identidade. Então se procurou entender como a atitude, positiva ou negativa, e nos componentes cognitivos, afetivos e comportamentais podem determinar o futuro de um processo de revitalização e, principalmente, o que determinou a mudança de escolha do mundurukú para o português a partir das três últimas gerações dos colaboradores da pesquisa. 

PALAVRAS-CHAVE: Revitalização. Crenças. Atitude Linguística. Comunidade mundurukú.


1) Com base na leitura deste artigo conceitue o termo atitude linguística.


Atitudes Linguísticas: 31/07/2017



Ontem nossa reunião tratou de assuntos específicos, para o desenvolvimento do projeto. Foi citada a ideia do aluno Heber de se criar um Blog, em formato de fórum para  ampliação do projeto. 
Em discussão com os alunos, o professor Celso Francês incentivava para a construção de uma metodologia para o projeto. 
Foi proposta a ideia, por conseguinte de fazer um Seminário sobre atitudes linguísticas, no qual os alunos teriam a oportunidade de serem coordenadores, além da possível ampliação do projeto atitudes linguísticas.

Via Grupo do Whatsapp - Joan Rafael